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domingo, 21 de junho de 2009

Centenas vão ao centro de São Paulo pelo fim da violência contra os LGBT


Foi realizado na noite do último sábado, dia 20 de junho, a manifestação contra os ataques homofóbicos que ocorreram no dia 14 de junho, durante e depois da 13ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Os casos de maior repercussão foram o da bomba caseira atirada na Rua Dr. Vieira de Carvalho, que resultou em 30 vítimas, e o espancamento que culminou na morte de Marcelo Campos Barros.

Exatamente às 19 horas, um grupo de ativistas iniciaram o ato na própria Vieira de Carvalho, em frente ao Café Vermont. Um texto com o título “Homofobia, basta! Justiça, já!” e apitos foram distribuídos para as pessoas que aos poucos se juntaram ao grupo. Ao todo, cerca de 300 manifestantes se reuniram timidamente no centro da rua. “Realmente acho que nem 1/3 da Parada compareceu. Muita gente fala que a Parada é um carnaval fora de época. Tudo bem ser do jeito que é, mas acontecem coisas como essas, as pessoas tinham que prestigiar. Eu acho que a Parada tem muita gente, mas pode ter mais. Temos que reivindicar contra homofobia, a bomba da Vieira de Carvalho, a morte do Marcelo. Parada não é só festa!”, disse Silvetty Montilla quando chegou e viu que não existia o número de pessoas que esperava.

Bruno Puccinelli contou que os amigos tentaram evitar que ele fosse a manifestação, pois estavam com receio de ter novos ataques. “Fiquei sabendo pela imprensa. Alguns amigos me perguntaram se eu estava louco de vir, pois seria perigoso. Sabia que não teria muita gente.”

Entre apitos, Julian Rodrigues, do grupo Corsa, tomou a frente do ato com um microfone e discursou: “Essa manifestação tem duas reivindicações: pressionar para desvendarem os culpados pelos espancamentos e a bomba, e enquanto homofobia não for considerado crime, muita gente ainda vai achar normal bater em gays, lésbicas e transexuais”.

Um dos discursos que mais chamou atenção do público foi do representante do governo de São Paulo, Luis Antônio Marrey, Secretário da Justiça e Cidadania: “Estou aqui em nome do Governo José Serra que também repudia qualquer ato homofóbico. Estamos pressionando para apurar e punir os culpados pelos ataques, senão ocorre uma estimulação da violência. São Paulo é a capital da diversidade e tem que continuar assim. Não podemos dar espaço para neonazistas e facistas”.

Representando os organizadores da Associação da Parada, o assessor César Xavier pediu para as pessoas não temerem comparecer no ano que vem, pois a Parada de 2010 deve ser ainda melhor e mais segura do que essa. A ausência do presidente Xande foi justificada, segundo representantes da APOGLBT, por um e-mail que o ameaçava caso comparecesse ao ato.

No final, todos foram apitando e gritando “Contra homofobia, a luta é todo dia”, numa passeata em direção à esquina da ruas Dr. Vieira de Carvalho e Vitória, onde foi jogado a bomba. Uma bandeira do arco-íris foi estendida no chão, enquanto ativistas sentaram em cima dela para comer a bomba de chocolate. Os discursos finais continuaram emocionantes: “Temos que ficar atentos. Basta descuidar que sai essa rataiada para atacar! Vamos mostrar para esses seres inferiores que não vamos abaixar as cabeças!”, disse o vereador Ítalo Cardoso

Ai que vontade de dar



Rob Tudo que eu queria


Tudo que eu queria esta noiteEra que ela se passasse tão rápido que eu nem pudesse senti láEra ter um corpo, quente para aquecer o meu corpo frio.Era um abraço forte e demorado, onde eu pudesse adormecer tranqüilo e protegido.

Tudo que eu queria nesta noiteEra poder encostar minha face sobre a sua face quenteE sentir o calor da sua peleProvocando o mesmo arrepio que as ondas do mar provocam ao primeiro toque

Tudo que eu queria esta noiteEra poder chorar sozinho no meu canto, isolado.Sentir no meu corpo o calor e a força das minhas lagrimasOuvir o som das estrelas, e assim poder calar o som da minha própria voz.

Tudo que eu queria esta noiteEra que você me roubasse, e me levasse para longe ...Para um lugar ... Desconhecido ... Distante onde pudéssemos ser eu apenas eu e você apenas você e nos amar sem pressa, sem medo sem medidas e não migalhas

Tudo que eu queria esta noiteEra ficar quieto, silenciar meu coração minha vozEsperando que o amor venha me encontrarOculto e sereno madrugada aforaEntrando pela janela como um sopro de brisa suaveInvadindo, iluminando aquecendo todo o meu quarto

E solitário ... Quando me encontrasse, me envolvesse e me despisseE em meu corpo nu teria nada mais que a proteção de seus dedos entrelaçando os meus dedos, e o teu corpo sobre o teu corpoE eu sei que minha busca teria terminado e se morresse naquele instante ... Eu estaria completo.

Tudo que eu queria esta noite era que você não fosse apenas um sonho ... Que eu pudesse te tocar e sentir o teu toque ... Amar-te como um louco ... E depois exausto de tanto amor adormecer no teu colo enquanto afagarias meus cabelos ate que eu pudesse despertar e ver em seus olhos o fim da minha busca

mão gay

São Paulo ganha o primeiro hotel gay


Quando a bandeirinha do arco-íris tremular na recepção do 155 Hotel, na Bela Vista, região central de São Paulo, os turistas terão a certeza de que o empreendimento atende com exclusividade o público de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTs). “Temos orgulho em dizer que é o primeiro hotel ‘gay friendly’ da cidade Esse público existe e não tem de ter vergonha disso”, afirma o proprietário Sérgio Luiz Pereira. Embora a inauguração esteja prevista para o fim deste mês, as portas do hotel serão abertas nesta 5ª feira (11) aos interessados em conhecer o novo espaço.

O empresário garante que o hotel localizado na Rua Martinho Prado, 173, quase na esquina com a Rua Augusta, apesar do direcionamento de público, hospedará qualquer cliente, independentemente da orientação sexual. “Receberemos todos sem discriminação”, afirma Pereira. O proprietário conta que optou por abrir um hotel voltado para o público GLS por sentir que há uma carência neste tipo de serviço na cidade. “O gay não quer chegar em um hotel e ver que em seu quarto há duas camas de solteiro sendo que ele havia reservado um (quarto) com cama de casal. Aqui (155 Hotel) ele não passará por essa situação”, garante.

Para evitar sorrisos irônicos, palavras preconceituosas ou reações que deixem o casal homossexual em situação constrangedora, os 70 funcionários do hotel foram treinados para lidar com o público GLS, incluindo o conciérge, que é homossexual. “Trata-se de um paulistano que entende de São Paulo e poderá dar dicas turísticas tanto para os gays quanto para os heterossexuais”, conta Pereira, que terá um trio elétrico desfilando na 13ª edição da Parada do Orgulho LGBT, que acontece neste domingo na Avenida Paulista.

O conceito de inclusão da hospedaria é visível logo na entrada do prédio, com a rampa de acesso para deficientes físicos. Todos os banheiros do hotel são adaptados com portas mais largas e barras nas paredes laterais para receber esse público. O painel dos elevadores terão indicações em Braille para auxiliar os deficientes visuais. O empreendimento terá ainda inteligência ambiental com sistema de captação da água das chuvas e coleta seletiva de lixo. “Fazer essas adaptações encarece a obra em R$ 200 mil, mas os deficientes não são mais excluídos”, diz Pereira.

Com um investimento de R$ 6 milhões e assinatura do arquiteto Nelson Presbiteri, o 155 Hotel terá uma decoração sofisticada nas cores branco e preto com grandes quadros que reproduzem monumentos importantes da cidade, como o Edifício Copan, no centro.

O 155 Hotel tem capacidade para receber até 200 hóspedes Eles serão divididos entre os 76 apartamentos distribuídos nos dez andares do prédio que, um dia, abrigou o Hotel San Marino, fechado em 2001. Nos quartos, a decoração é contemporânea e em todos eles haverá cama de casal, TV LCD 32 polegadas, internet banda larga grátis, ar condicionado inteligente, roupa de cama antialérgica nas cores branca e bege, cofre digital, fechadura eletrônica e área de trabalho. O piso, em vez de carpete, será de madeira tratada para evitar alergias.

Para usufruir da hospedaria, o hóspede pagará uma diária de R$ 95, com check-in às 14 horas e check-out às 13 horas. “Praticaremos esse preço nos primeiros dois meses. Depois devemos elevar para R$ 110″, adianta Pereira. Nesse valor está incluído café da manhã, das 6h30 às 10h30 de segunda a sexta-feira e, das 6h30 ao meio-dia, aos sábados e domingos.

Se quiser, o hóspede poderá ainda contratar um serviço complementar. Trata-se de um pacote de programas culturais que será feito em parceria com restaurantes, bares, boates, teatros e casas de shows, entre outros. “O cliente poderá jantar, depois ir ao teatro ou, se quiser, pode ir a museus durante o dia. Serão vários pacotes, para cada perfil de hóspede”, explica Pereira. O preço desse produto ainda não foi definido.

Questionado sobre o receio em não receber o público heterossexual, Pereira tem a resposta na ponta da língua. “Só tem preconceito aquele que é mal resolvido. Estamos otimistas porque a cidade será a sede da Copa do Mundo (em 2014) e a rede hoteleira de São Paulo precisa ser revitalizada”, afirma Pereira que quer transformar o 155 Hotel em uma rede internacional. “São os desafios que movem o empreendedor e queremos abrir mais dois hotéis em São Paulo, um em Madri e outro em Buenos Aires.”(AE)

Cruzeiro On Line
http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=77&id=192778

Gay agredido na Cantho diz que processará clube


No último domingo (14/06), após participar da Parada Gay, o empresário Celso N., de 44 anos, foi se divertir com amigos no clube Cantho, localizado no Arouche, região central de São Paulo. Mas o que era para ser uma celebração, virou pesadelo: Celso foi agredido dentro da boate por um grupo de cinco pessoas e, agora, quer processar os proprietários por omissão de socorro.

Em nome de Celso, o ex-companheiro, Ailton Botelho, do site Vipado, falou à reportagem do site A Capa sobre o ocorrido. Na versão de Botelho, por volta das 6h da manhã, Celso e outros dois amigos se divertiam na área VIP da Cantho quando o empresário foi “espancado”, nas palavras dele, pelo companheiro de uma travesti que também estava no local. “Celso nem sequer tocou na travesti e, sem nenhum motivo, o namorado disse que ele estava dando em cima dela”, conta. Após receber socos e pontapés, Celso ficou desacordado no chão e não teria recebido atendimento por parte da equipe do clube.

Ainda de acordo com Botelho, no camarote não havia seguranças, que, após o incidente, não prestaram socorro a Celso. “O único que veio ajudar foi um bombeiro, que levou meu amigo a uma sala que provavelmente era usada por gogo boys da casa”, ironiza Botelho. Mesmo tendo solicitado ajuda à equipe da Cantho, Botelho, que voltou ao clube após receber uma ligação de um dos seguranças, diz que ele mesmo teve que pedir e pagar o táxi que levou Celso ao hospital 9 de Julho, onde o empresário se submeteu a uma tomografia. “Estamos revoltados com o clube, porque, além de não terem se oferecido para pagar a comanda no valor de R$ 50, eles não me ajudaram a chamar um táxi”, conta. “Eu mesmo tive que sair com o Celso todo ensanguentado e fazer isso.”

No hospital, Botelho ficou sabendo que Celso tinha fraturado o nariz e perdido dois dentes. Nos próximos dias, o empresário ficará sabendo se precisará de uma cirurgia plástica. “Fomos depois à delegacia localizada à rua Estados Unidos, mas o delegado solicitou que fôssemos à DP da rua Aurora, que cuida da região”, diz. “O fato é que só conseguimos registrar um Boletim de Ocorrência e ainda fazer o exame de corpo de delito ontem (quarta-feira).”

Para piorar, relata o amigo de Celso, os seguranças da casa sabiam quem eram os agressores. “Eles simplesmente deixaram essas pessoas saírem do clube e não fizeram nada”, protesta. O empresário, que não quis falar com a reportagem alega estar “muito abalado” com o ocorrido, está sendo medicado em casa, ainda sofrendo com dores em todo o corpo.

Outro lado
Procurado pela reportagem, o clube Cantho, por meio de sua assessoria de imprensa, disse que está “apurando os fatos” e “tomando todas as medidas cabíveis” para verificar o que aconteceu.

Nesta sexta-feira (19/06), a Cantho e seus advogados prometem se manifestar com uma nota à imprensa. Leia abaixo o comunicado enviado à redação do A Capa na tarde desta quinta-feira:

“A casa sente pelo acontecido e informa que sua diretoria está tomando todas as providências cabíveis para apurar os fatos. Com três anos de funcionamento, a Cantho jamais passou por qualquer incidente desse tipo. Faremos uma reunião com todos os funcionários e, assim que tudo ficar esclarecido, informaremos ao público.”

http://www.acapa.com.br/site/noticia.asp?codigo=8519&titulo=Gay+agredido+na+Cantho+diz++que+processar%E1+clube+

Parada Gay é marcada por brigas e furtos em São Paulo


Mesmo com um número menor de participantes, a 13ª edição da Parada do Orgulho Gay, na Avenida Paulista, foi marcada neste domingo por brigas, confusões, empurra-empurra, desmaios e dezenas de furtos. Por causa disso, a Polícia Militar deve sugerir aos organizadores mudanças para o próximo ano.

Segundo o coronel Marcos Chaves, comandante do policiamento na região central, “o grande número de pessoas nos dá a impressão de que a Paulista está pequena para esse evento”, disse. Apesar disso, negou que vá sugerir uma transferência. “Isso não cabe a mim, mas à comissão organizadora.”

Para tentar melhorar a segurança para as próximas edições, o coronel vai elaborar amanhã um relatório, solicitando a diminuição da área reservada embaixo do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Outra recomendação será prolongar as áreas restritas ao estacionamento de veículos para dois quarteirões além da avenida. Este ano, a proibição atingia um quarteirão antes do evento.

A principal confusão ocorreu às 14h30, na frente do Masp, quando o erro de um motorista de ambulância, que pegou a mão errada, causou tumulto. Para dar passagem à ambulância, as pessoas se deslocaram na direção do museu, se espremendo ao lado das barreiras metálicas que isolavam a área.

Até as 16 horas foram registradas 60 ocorrências médicas, a maior parte envolvendo jovens de 16 ou 17 anos, por consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Segundo a Guarda Civil Metropolitana, que montou operação especial com 350 homens para coibir a venda, o total de garrafas apreendidas lotou quatro caçambas.

Segundo os organizadores, mesmo sem um balanço fechado, também foi possível verificar aumento no número de brigas durante a Parada. A maior briga ocorreu também nas proximidades do Masp e envolveu cinco pessoas. Ao menos três foram esfaqueadas e encaminhadas para a Santa Casa.

No 4º DP, a maioria dos boletins de ocorrência registrados era de furtos de carteiras, celulares e câmeras digitais. Em todos os casos, o furto acontecia após empurra-empurra.

Este vídeo mostra um outro lado daqueles que discriminam gays

quinta-feira, 18 de junho de 2009

ENTRE FERIDOS E UM MORTO


Todo mundo já sabe o resultado da Parada Gay, que foram 44 pessoas feridas, dentre elas há 22 feridas pela explosão de uma bomba e a morte cerebral de um homem de 35 anos que foi agredido no domingo, em uma rua da região central de São Paulo.
Isso tudo me lembra uma analogia que eu vi, com trechos de um filme, acho que faz sentido, sobretudo nessas horas...

Parada ou Micatera Gay


Porque fazem qualquer coisa menos protestar.
Por isso que acho que as mais certas são as lésbicas que fizeram essa caminhada como protesto.
Se é pra protestar que faça, mas pra dançar e ficar na pegação é melhor esperar o carnaval então.
O negro que protestava de cara limpa até hoje está lutando ainda, imagina quando tempo vai durar a luta dos gays, se eles armam esse circo todo e vão vestidos desse jeito. Qual seria a credibilidade do palhaço ?
A Parada Gay deveria ter um pouco mais de seriedade, para ser levado mais a sério a causa gay.
Veja a declaração em uma entrevista de Nanny People sobre a Parada Gay:
Questionada se participava ou não dá Parada Gay, Nany afirmou que "não participo há bastante tempo da Parada Gay. O evento virou uma micareta, só pensam em dinheiro e são hipócritas. Eu levei a vida toda para conquistar o respeito que tenho e eles querem exigir esse respeito realizando uma festa", declarou Nany.
Nany ainda disparou: “depois que inventaram esta coisa de organizações de parada, que começou a entrar dinheiro público, a parada gay no Brasil virou micareta. Tem parada gay o ano inteiro. Aí vem esta festa da uva, todo mundo chupa e ninguém paga nada.”
Na resposta Nany fez questão de frisar que “respeito não se exige, se conquista” e falou sobre a falta de unidade dentro da comunidade GLBT. ”Gay não suporta bicha pintosa que não suporta travesti que não suporta sapatão e assim vira um balaio de gato.”
Nany acredita na eficiência de uma militância individual. “Como querem que eu que vivo como artista, drag, transex ou como queiram colocar, que dê a minha cara a tapa para um movimento que é um dia só quando a minha passeata é a vida inteira? Eu não comungo disso”.
A drag também mostrou-se contrária a pegação por parte dos freqüentadores da manifestação. “Tem um monte de gente na Paulista que vem em excursão para cá se chupando, se acabando e se pegando e volta para o interior fingindo que não é e a família fingindo que não sabe”.
Para concluir, creio que um pouco de seriedade a causa não faria mal nenhum.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Onde foi parar o orgulho da Prada do Orgulho Gay


Fonte http://www.papeando.net/2009/06/parada-do-orgulho-gay.html


A Parada do Orgulho Gay, que começou em 1995 e de lá até hoje só vem crescendo em número de participantes, número de paradas pelo Brasil e destaque na mídia. Eu se fosse gay, teria vergonha desse evento e não orgulho.
Como ter orgulho de algo que não mostra como os gays são de verdade? Ou você acha que todos são escandalosos, vestem roupas do arco-íris e plumas rosa?

É claro que não são assim, e digo isso, pois tenho amigos gays e lésbicas.Eles são pessoas normais, se vestem como pessoas normais (a maioria) é claro, também se comportam como qualquer outra pessoa, temos as exceções, mas estes nem os próprios gays gostam, pois são escandalosos, e são eles que causam a repudia da sociedade perante os homossexuais

Eu vejo esse evento como um circo para a sociedade, tanto para os que vão, quanto para os que vêem na TV e para aqueles que só vão ver no outro dia na capa do jornal. Alguns brincam dizendo que quando tem a parada gay a torcida de determinado time se reúne lá, outros pegam a foto e falam que o amigo estava lá, outros fazem gozações com os gays. Ou seja, é uma diversão discriminatória e preconceituosa, é o circo para uma sociedade cada vez mais pobre de cultura e educação.

O Brasil parece que, cada vez mais, quer ser mais, e mais preconceituoso, digo isso em todas as formas de preconceito. Em um país onde a mistura racial é o que predomina, onde temos mulatos, cafusos, negros, brancos, orientais, gays, lésbicas, bissexuais, cada vez mais se vê algum tipo de “privilégio” ou alguma “parada do orgulho” apenas para diferenciar quem é e quem não é. Qual o motivo da diferenciação, por que você precisa saber se a pessoa é gay? Qual a diferença na sua vida se teu amigo é branco, negro, mulato, amarelo, azul, cafuso?Nenhuma, todos são iguais. Alguns podem até falar: “Mas os gays podem dar em cima de mim e eu sou macho/hetero/ mulher de verdade.”

E qual o problema nisso?
É só falar que não quer, que não gosta da fruta que ele/ela gosta.“Mas e se insistir?”
Você age como agiria com uma pessoa hetero, é simples, ou os heteros que você não quer não insistem?

Duvido

Dia da Vergonha Gay


http://www.cariocavirtual.com/2009/06/dia-da-vergonha-gay.html

Não que eu seja contra a Parada. Ela é de suma importância, afinal, particularmente, foi sob suas vitórias que eu posso abraçar meu namorado em público e demonstrar carinho, sem temer grandes violências. Alguns olhares, dependendo do lugar, mas nada de repressão e agressividade como num passado recente.

Mas o modelo de Parada que temos hoje NÃO PODE, NÃO QUERO MAIS!

Foram apenas 40 minutos. Pouco? Suficiente para ver muita gente caindo no meio da rua, vomitando sem parar, adolescentes muito alcoolizados, um povo que quer é barulho e não vencer nenhuma causa. Uma festa estranha para quem quer festa. Uma festa que resulta em qualquer coisa, menos em dignidade. E estou me cagando para a Familia Brasileira, a minha vergonha de hoje veio pelo gay e por todo o movimento.

O cúmulo para mim foi caminhar 40 minutos entre Paulista e Consolação com uma turma de amigos (que levei para conhecer a Parada), disposto a exibir a grande e bela festa em prol das vitórias dos homossexuais, mas que só nos mostrou mijo, vômito, empurra-empurra, nenhum policiamento e um homem levando uma martelada na cabeça durante uma discussão tola sobre uso do banheiro quimico.

Uma martelada! Esta martelada foi na cabeça do outro, mas feriu gravemente meu restinho de respeito por esta palhaçada que virou a Parada do Orgulho Gay de São Paulo.

Uma associação que só pensa em lucro, poder e purpurina, mas que não olha para o que deveria. Estão preocupados em números e no dinheiro que vem dos patrocinadores e participantes e, provavelmente, vão direto para o bolso dos envolvidos, porque é impossivel acreditar que há investimento naquele lixo todo. Para se ter uma ideia, a Associação cobra R$10 mil para permitir que uma empresa ponha seu trio na rua, o que impede muitos atos menores como, por exemplo, um grupo de pais de homossexuais sair em caminhada exaltando seu amor aos filhos.

E a Prefeitura de São Paulo? Este ser que se chama de prefeito é deprimente. Cadê o investimento em segurança e limpeza?

Preferia ter a menor Parada Gay do Mundo e ser o maior evento mundial de cunho político, podendo estar aqui hoje discutindo e contando nossas vitórias. Que vitórias de fato conseguimos? Doritos, Hellmann's, Zorra Total e muitos outros produtos, programas de tevê e serviços nos usam para fins de piada e exploração financeira, mas não somos nada e se conseguimos avançar alguma coisa, não quero crer que seja por conta de um movimento na Paulista que depois que acaba deixa um sentimento de pânico e um fedor de mijo no ar. Um nojo que me inundou a alma e me fez ter vergonha de estar ali, mas orgulhoso de saber que posso fazer muito mais fora de um desfile de desmoralização.

A Parada que vi hoje não foi a mesma que participei no passado. E tenho certeza que o que temos atualmente não nos serve de nada, apenas de circo para os fotográfos e cinegrafistas, um grande zoologico onde os heteros vão levar seus filhos e mostrar como é feio viver aquilo.

SERÁ QUE UM DIA MUDA? SERÁ QUE ALGUÉM DESEJA ESTA MUDANÇA?

Triste mas acho que não.

Polícia investiga responsável por bomba que deixou feridos após a Parada Gay


Polícia investiga responsável por bomba que deixou feridos após a Parada Gay

21 pessoas foram atendidas com ferimentos causados por estilhaços.
Incidente ocorreu na noite de domingo, no Largo do Arouche, Centro de SP.

Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo
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A polícia de São Paulo investiga quem foi o responsável por detonar uma bomba caseira no Largo do Arouche, Centro de São Paulo, na noite de domingo (14). O incidente ocorreu após a Parada Gay. Muitos participantes do evento estavam no local, esticando a festa que começou na Avenida Paulista.



Veja o site do Bom Dia São Paulo

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estavam no local por causa da Parada Gay atenderam 21 pessoas feridas, que foram levadas para hospitais. A maior parte das vítimas teve lesões leves.

“A gente sabe que [a bomba] veio do prédio, segundo uma vítima informou, mas saber quem foi que arremessou, a pessoa em si, não temos certeza”, afirmou o tenente da Polícia Militar Fábio Nóbrega.


Durante a madrugada, alguns feridos foram até o 3º Distrito Policial, em Campos Elíseos, para prestar depoimento. “A pessoa que arremessou não sabe quem estava ali, se era gay ou não. Somos todos pessoas”, afirmou o operador de telemarketing Márcio Lima Santos.

O Largo do Arouche é um dos pontos da capital que costuma ser frequentado por gays. Horas antes da explosão no local, a Parada do Orgulho LGBT se encerrou na Praça Roosevelt, também no Centro e a algumas centenas de metros do Largo do Arouche.

Casal homossexual vai festejar casamento na Parada Gay

A cerimônia religiosa ocorreu na noite deste sábado (13) em um auditório na sede do Sindicato dos Químicos de São Paulo, na Liberdade, região central da capital. Mas a festa de um casal de homossexuais será mesmo neste domingo (14), com a presença de cerca de três milhões de “convidados” e em plena Avenida Paulista.

Marcelo, de 36 anos e operador de monitoramento, e Roberto, de 30 anos e segurança, formaram um dos quatro casais de homossexuais que se ‘casaram’ em cerimônia celebrada pelo reverendo Cristiano Valério, da Igreja Comunidade Metropolitana. A união entre pessoas do mesmo sexo não é aceita pelas igrejas cristãs tradicionais e nem é regulamentada pela legislação brasileira.

Apesar disso, fizeram questão, assim como os demais casais gays que participaram da cerimônia religiosa, de ter a união deles “abençoada por Deus”, inclusive com a aprovação e presença de muitos familiares, como em uma festa tradicional de casamento.

“Para nós, é muito importante receber esta benção. Sempre encontrei barreiras em outras igrejas quando tentava me mostrar da maneira que eu realmente era. Na ICM (como chamam a Igreja da Comunidade Metropolitana), nos aceitaram do jeito que realmente somos. Essa liberdade, esse apoio foi decisivo para ficarmos juntos e decidirmos nos casar”, explicou Marcelo.

O parceiro dele, Roberto, contou que já foi casado com uma mulher por um ano e meio, mas que sempre foi gay. “Ela tinha ciência da minha homossexualidade. Não deu certo. Ela achou que frequentando a igreja evangélica eu mudaria.”

Quando conheceu Marcelo, pouco antes da separação definitiva, ele diz que se apaixonou, mas que nunca abriu mão da sua religiosidade. “O Marcelo foi uma ponte para me separar logo da minha mulher. Depois de me separar, além de um companheiro, eu procurava também um lugar que pudesse ter contato com Deus”, afirmou.

A decisão de casar só foi tomada há cerca de 20 dias, quando Roberto soube do casamento coletivo para gays. “Comecei a mandar torpedos para ele, pedindo-o em casamento. No começo, ele não gostou muito. Mas depois conversamos e decidimos nos casar”, revelou Roberto. Só não previam que a participação na Parada Gay, combinada pelos dois anteriormente, iria se tornar uma verdadeira celebração. “Amanhã (domingo, 14), vou estar vestido de noiva na Parada Gay e ele, de terno e até cartola”, disse.



De acordo com o reverendo Cristiano Valério, a Igreja da Comunidade Metropolitana foi criada no final da década de 1960 em Los Angeles, nos Estados Unidos. No Brasil, chegou “apenas recentemente”. “Temos sede em nove cidades até o momento”, disse.

Segundo ele, a igreja é voltada principalmente para as minorias. “As igrejas tradicionais são muito fechadas e nós acolhemos essa diversidade dos filhos de Deus. Nós cremos que a homossexualidade é uma benção de Deus”, afirmou.

Novas fotos da Felina

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Um resumo e uma palavrinha sobre a mulher que está mostrando vários famosos nus na internet.

Video postado no dia internacional contra Homofobia

High School Musical

Emanuel e a fama

Depois que saiu da casa Emanuel sentiu na pele o lado bom e ruim de ser um BBB, parece que pela fama vale tudo e aproveitando a do rapaz uma mulher apelidada de Felina soltou umas fotos na internet de um homem que costumava fazer sexo virtual com ela, a moça disse que é Emanuel, ele nega veemente.E você acha que é ele? Compare as fotos:


15 verdades sobre o orkut

01. Se não tem foto é feio(a).
02. Se não tiver foto de corpo é gordo(a).
03. Mulher gostosa te adicionando sem que você conheça é fake.
04. Qualquer celebridade que te adiciona, é fake.
05. Pessoas adoram tirar foto em frente ao espelho.
06. Pessoas adoram entrar em comunidades .
07. É bonita no Orkut? Toma cuidado, as aparências enganam…
08. Quanto mais colorido e bem formatado é um scrap, menos você deve clicar no link que vem abaixo cheios de glitter.
09. Depoimento 90% é falsidade.
10. Fotos não são tiradas como recordação, e sim para botar no Orkut.
11. Orkut não é uma rede social, ela tira sua sociabiliade.
12. Ainda existem pessoas tentando descobrir como se rouba Orkut.
13. A maioria das usuárias do Orkut colocam “Inteligência” na guia “coisas que me atraem”? Mas, se a inteligência as atrai, porque os Nerds/CDF’s não têm namoradas?
14. Nos dias de hoje, só não tem Orkut quem não quer.
15. Buddypoke serve pra fazer coisas que não tem coragem de fazer pessoalmente.

Joe Jonas, do Jonas Brothers, dança "Single Ladies"

Joe Jonas, do grupo Jonas Brothers, mostra sua habilidade dançando a coreografia da música "Single Ladies", da cantora Beyoncé.

"Grandes amigos"


Reynaldo Gianecchini arrumou um novo melhor amigo em São Paulo, o modelo Miro Moreiro. Na última segunda, após jantarem juntos, a dupla partiu para o Bar Figa, onde arrasaram no karaokê.

De lá, eles foram para a On the Rocks do D-Edge, de onde sairam altas horas da noite. Na terça, os passeios continuaram. Eles malharam juntos na Fórmula Academia do Shopping Eldorado.

Miro, que pertence ao casting da agência Ten, é um dos principais modelos masculinos do país e já esteve no Top 50 do site Models.com.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Clodovil construiu passagem secreta em mansão

Amigos e assessores brigam pela herança do deputado.


Mistério e polêmica na herança do deputado estilista que morreu dois meses atrás, em Brasília. A disputa pelos bens de Clodovil Hernandes provoca briga. E nossos repórteres encontram, no quarto da mansão dele, uma misteriosa passagem secreta.

Clodovil Hernandes vivia cercado de luxo. A casa em Ubatuba, no litoral de São Paulo, revela o estilo exuberante e sofisticado do deputado, morto há mais de dois meses.

“Ele falava ‘eu vou fazer um quarto pink’, todo mundo estranha. Mas veja, o chão é pink, aí ele fez a colcha, o cobertor, tudo no mesmo tom”, conta advogada Maria Hebe de Queiroz.

“A ideia da sala era reproduzir a praia. Eles fazem isso com o rodo e a areia era queimada todo dia por causa de fungo, para que não tenha problema”, explica Maria Hebe.

O capricho custava caro. Clodovil gastava R$ 12 mil por mês só para manter a casa de oito suítes. Como deputado, com os descontos, recebia R$ 7 mil.

“Dinheiro é uma questão de cada um de nós. Eu só consigo viver no meio da beleza”, declarou uma vez Clodovil.

“O Clodovil sempre gastou o que ele ganhava e mais do que ele ganhava”, conta Maria Hebe.

Maria Hebe é responsável pelo testamento. Ela não pode mexer no patrimônio antes do inventário ficar pronto. Enquanto isto, é ela quem paga as despesas da casa.

“Eu estou bancando isto do meu bolso. O primeiro mês havia uma conta de R$ 1.700 de luz. Hoje, a gente tem só de funcionário, R$ 5.500 por mês. Como é que eu vou tirar os guardas de lá? É uma casa totalmente aberta”, diz.

Clodovil tinha receio de ficar sozinho na casa dele, que é isolada, no meio da Mata Atlântica. Por isso ele tomou algumas precauções. Por exemplo, no banheiro da suíte dele, tem um banco, que é mais do que um banco. Levantando o colchão, depois uma tampa pesada de madeira, aparece uma outra tampa, que aberta revela uma passagem secreta. Esta passagem secreta leva a uma saída pelo andar debaixo da casa.

No quarto dele, outra surpresa. Embaixo da cama, mal dá para perceber, tem que abrir uma porta, que leva a uma saída, que vai dar no andar debaixo da casa.

“O Clodovil sempre foi ameaçado, ele recebia umas ligações estranhas”, conta Maria Hebe.

Nos últimos anos, as pessoas mais próximas de Clodovil foram sua advogada e quatro assessores parlamentares.

Com a morte dele, houve uma divisão no grupo. Há um mês e meio, João Toledo, que mora em Ubatuba, mandou uma carta para a advogada questionando o andamento da herança.

“Eu tenho dúvidas que eu coloquei numa carta”, disse João Toledo.

“Eu recebi uma carta bastante malcriada”, disse a advogada.

“Eu questionei o que está sendo feito, o que será feito com os bens”, explicou João.

“É uma carta atrevida, questionando onde estava o brinco do Clodovil, onde estavam as coisas dele”, falou a advogada.

“Eu gostaria de saber aonde estão a gravata de brilhantes, os brincos de diamante”, falou João.

“Se existir, está no cofre de Brasília, com certeza”, garante Maria Hebe.

Por enquanto, ninguém sabe exatamente o que está dentro do apartamento de Brasília, que foi lacrado à espera do inventário.

“Não posso afirmar que exista nada de errado. O que eu quero saber é o que está acontecendo”, disse João.

“Eles ficaram muito ofendidos porque eu os proibi de entrar na casa. Não foi a eles que eu proibi, eu proibi qualquer pessoa. Eu respondo por cada ha que está lá dentro”, justificou a advogada.

Clodovil determinou no testamento que todos os seus bens deveriam ser usados para criar uma fundação de amparo a jovens carentes. A advogada é a responsável pelo projeto.

“Como ele tem muita coisa, me ocorreu, lembra aquele leilão do Abadia, que teve aí, né? Eles compravam cueca do Abadia, por que não comprariam coisas dele? E coisas lindas dele? Juntar com o que tem em Brasília, fazer um leilão. Tudo isto, obviamente, com autorização judicial”, sugere a advogada.

Quando a Justiça liberar os bens de Clodovil a prioridade será pagar as inúmeras dívidas que ele deixou. Parte delas está em nome de Klaus Agabiti, assessor e amigo.

“Comprei televisão, computador, freezer. Ajudei a montar o apartamento de Brasília. Todas as coisas que foram compradas lá foram em meu nome. As contas estão chegando. Eu estou tentando salvar. O último carro que eu comprei para ele está vencido, eu não tenho como pagar”, diz Klaus.

“A gente dá um passo ali na frente e morre, a vida não é nada, e o corpo não nos pertence, nada nos pertence, a não ser o nosso caráter, a nossa alma, que isto é inquestionável, é a essência”, dizia Clodovil.


Crepúsculo é o grande vencedor do MTV Movie Awards 2009

Na noite deste domingo (31/5) foi entregue a premiação cinematográfica mais pop do calendário, o MTV Movie Awards, da rede de TV norte-americana. Como era de esperar, Crepúsculo foi o grande vencedor com 5 prêmios das sete categorias indicadas.

Além de ser um forte termômetro do que os espectadores jovens andam vendo no cinema - já que os internautas puderam eleger os indicados e ganhadores -, a premiação é conhecida pelas categorias não tão convencionais, como Melhor Beijo, Dupla, Cena de Luta e a Cena WTF (na tradução livre, "Como Assim?"), para as mais absurdas.

Atores como Denzel Washington (O Gângster), Cameron Diaz (Jogo de Amor em Las Vegas), Will Farrell (Escorregando para a Glória) e Jonah Hill (Ressaca de Amor) participaram da festa.

Confira a lista completa dos vencedores:

Melhor Filme
Crepúsculo

Revelação Masculina
Robert Pattinson (Crepúsculo)

Revelação Feminina
Ashley Tisdale (High School Musical 3: Ano da Formatura)

Melhor Atuação Feminina
Kristen Stewart (Crepúsculo)

Melhor Atuação Masculina
Zac Efron (High School Musical 3: Ano da Formatura)

Melhor Atuação Cômica
Jim Carey (Sim Senhor)

Melhor Vilão
Heath Ledger (Batman - O Cavaleiro das Trevas)

Melhor Beijo
Kristen Stewart e Robert Pattinson (Crepúsculo)

Melhor Cena de Ação
Robert Pattinson vs. Cam Gigandet (Crepúsculo)

Momento WTF (na tradução livre, "Como Assim?")
Quando Amy Poehler urina na pia em Uma Mãe Para O Meu Bebê

Melhor Canção
The Climb (Miley Cyrus), de Hannah Montana: O Filme

NOVO REALITY SHOW A FAZENDA



A Fazenda - Regras e programação
Toda quarta-feira, três participantes ficam “na roça” e passam pela votação do público. O telespectador é quem escolhe qual celebridade será eliminada por meio de votação, que é realizada por telefone, SMS e Internet. A eliminação acontece sempre aos domingos.

O primeiro indicado é sempre o perdedor do Desafio Semanal, uma prova especial que pode testar a habilidade, destreza, inteligência ou até mesmo a sorte dos competidores. O segundo indicado é escolhido numa votação aberta entre os participantes. Cada “peão” elege um colega e justifica seu voto. O mais votado está automaticamente indicado para a “Roça”. Então, o Fazendeiro da Semana, responsável pela Fazenda e imune às votações, é quem escolhe o terceiro e último indicado para a “Roça”.

Um fazendeiro é escolhido por semana como administrador da fazenda. Ele atribuirá funções a cada integrante, e estes precisam obrigatoriamente cumprir as tarefas que lhe foram dadas, sem objeções. Não serão permitidas, como em qualquer reality show, agressões físicas ou morais, com o participante estando automaticamente eliminado da atração.

O primeiro fazendeiro do programa será escolhido pelo público, basta enviar o nome do seu favorito por SMS para o número 77011. Longe de nós querer influenciar seu voto, mas segue uma dica:


O resultado será dado na quarta-feira. A programação é a seguinte:

Domingo
20h30 - programa de eliminação, ao vivo, com duração de 100/110 minutos.

Segunda-feira
21h - programa com duração de 25 minutos

Terça-feira
21h - programa com duração de 25 minutos; dia de festa e entrada ao vivo do apresentador Britto Jr.

Quarta-feira
21h - programa com 90 minutos; formação da roça e revelação de quem será o Fazendeiro da Semana. VT do desafio semanal (que indica o primeiro competidor para a Roça) e entrada ao vivo com votação dos competidores, que definem o segundo participante da Roça, e a indicação para a Roça feita pelo Fazendeiro da Semana.

Quinta-feira
21h - programa com 25 minutos, com resumo dos acontecimentos do dia

Sexta-feira
21h - programa com 25 minutos, com resumo dos acontecimentos do dia

Sábado
21h - programa com 25 minutos, com resumo dos acontecimentos do dia

Lembrando sempre que Edir Macedo está com síndrome de Senor Abravanel e os horários são meramente ilustrativos. 20:30 geralmente significa 21:00, talvez 21:30.



PARTICIPANTES:

Anna Bárbara Xavier, 34 anos, Atriz, cantora, apresentadora e blogueira de mão cheia















Bárbara Koboldt, 33 anos, Modelo
















Carlos Eduardo Bouças Dolabella Filho, 28 anos, ator e cantor















Carlos Alberto da Silva, 28 anos, Humorista















Jonathan Haagensen, 25 anos, Ator














Fábio Arruda, 39 anos, Consultor de Moda














Miro Moreira, 24 anos, Modelo















Pedro Leonardo, 24 anos, Cantor















Théo Becker, 32 anos, Ator















Mirella Alba dos Santos, 26 anos, Dançarina e Modelo















Luciele di Camargo, 31 anos, Atriz















Francielly Freduzeski, 30 anos, Atriz
















Danielle Souza, 28 anos, Planta (Mulher Samanbaia)















Danni Carlos, 33 anos, Cantora